Blog

  • Seleção Brasileira define programação para duelo contra o Japão na segunda fase da Copa do Mundo

    Seleção Brasileira define programação para duelo contra o Japão na segunda fase da Copa do Mundo

    Antes do confronto decisivo pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira terá quatro dias de preparação para enfrentar o Japão.

    A equipe comandada por Carlo Ancelotti inicia a caminhada no mata-mata na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), no NRG Stadium, em Houston, no Texas.

    Após a folga concedida na quinta-feira (25), o elenco retoma as atividades nesta sexta-feira (26), com treino marcado para as 13h, no CT Columbia Park, em Nova Jersey. Mais tarde, às 16h30, haverá entrevista coletiva no Hotel The Ridge.

    No sábado (27), a Seleção realiza o último treinamento em Nova Jersey, às 10h30, antes de embarcar para Houston, onde será disputada a partida.

    Já no domingo (28), o grupo faz o reconhecimento do palco de treinamentos no estádio do Houston Dynamo, às 11h. Na sequência, Carlo Ancelotti e um jogador, ainda a ser definido, concedem entrevista coletiva no NRG Stadium.

    O duelo entre Brasil e Japão acontece na segunda-feira (29), às 14h (de Brasília). O vencedor garante vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

    Programação da Seleção Brasileira (horários de Brasília)

    Sexta-feira (26)

    • 13h – Treino no CT Columbia Park
    • 16h30 – Entrevista coletiva no Hotel The Ridge

    Sábado (27)

    • 10h30 – Treino no CT Columbia Park
    • 15h – Viagem para Houston

    Domingo (28)

    • 11h – Treino no estádio do Houston Dynamo
    • Horário a definir – Entrevista coletiva de Carlo Ancelotti e um jogador no NRG Stadium

    Segunda-feira (29)

    • 14h – Brasil x Japão, no NRG Stadium, pela segunda fase da Copa do Mundo.
  • Ministros do STF votam para liberar pagamento de penduricalhos adquiridos antes de restrição

    Ministros do STF votam para liberar pagamento de penduricalhos adquiridos antes de restrição

    Valores referentes a férias, licenças-prêmio e plantões acumulados antes da decisão da Corte poderão ser pagos, desde que respeitem o limite de 35% do subsídio

    Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentaram nesta sexta-feira (26) um voto conjunto para permitir o pagamento de verbas indenizatórias adquiridas antes da decisão que limitou os chamados “penduricalhos” no Judiciário.

    Pela proposta, poderão ser pagos valores referentes a férias, licenças-prêmio e plantões judiciais acumulados antes do julgamento que estabeleceu novas regras para esses benefícios. No entanto, os pagamentos deverão respeitar o limite de 35% do subsídio do magistrado ou membro do Ministério Público, considerando o conjunto das verbas indenizatórias.

    O voto também determina que o corregedor nacional de Justiça apresente, no prazo de até 30 dias, uma relação das verbas e gratificações pagas antes da decisão do STF cuja legalidade já tenha sido reconhecida. Após análise e referendo do plenário da Corte, esses pagamentos poderão ser retomados.

    O Supremo analisa, em plenário virtual, mais de 20 recursos apresentados contra a decisão que estabeleceu limites para o pagamento dessas vantagens. Como o entendimento foi apresentado em voto conjunto por quatro ministros, o placar começou em 4 a 0 a favor da proposta. Para formar maioria, são necessários pelo menos seis votos. O julgamento segue aberto até a próxima terça-feira (30).

    Os recursos questionam a tese aprovada pelo STF em março deste ano. Na ocasião, a Corte decidiu que as verbas indenizatórias destinadas a magistrados e membros do Ministério Público não poderiam ultrapassar 35% do subsídio dos ministros do Supremo, atualmente fixado em R$ 46.366,19. Com isso, o limite para os adicionais é de aproximadamente R$ 16,2 mil.

    Na mesma decisão, o STF autorizou a criação da Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC), um adicional concedido de acordo com o tempo de exercício na carreira jurídica. Na prática, a soma desse benefício com outras vantagens pode elevar os rendimentos em cerca de 70% acima do teto constitucional.

    No voto apresentado nesta sexta-feira, os ministros também defenderam a implantação imediata da parcela por tempo de antiguidade, sem necessidade de solicitação por parte dos beneficiários. Caberá aos tribunais e aos Ministérios Públicos estabelecer critérios para a contagem do tempo de atividade jurídica até que uma regulamentação conjunta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) seja publicada.

    Além disso, o entendimento permite o recebimento simultâneo da nova parcela por antiguidade com vantagens pessoais adquiridas antes de 2006, desde que o mesmo período de atividade jurídica não seja utilizado para calcular ambos os benefícios.

  • Bolsonaro é apontado como peça-chave para resolver impasse entre Flávio e Michelle no PL

    Bolsonaro é apontado como peça-chave para resolver impasse entre Flávio e Michelle no PL

    A expectativa entre integrantes do Partido Liberal (PL) é de que o ex-presidente Jair Bolsonaro atue diretamente para solucionar a crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

    Segundo aliados da ex-primeira-dama, a pacificação do cenário interno depende do atendimento de demandas políticas defendidas por Michelle dentro da legenda. Integrantes da sigla avaliam que Bolsonaro tem papel central para arbitrar o conflito e evitar desgastes às vésperas das convenções partidárias.

    Um dos episódios que evidenciou a influência da ex-primeira-dama ocorreu durante as articulações em Roraima. O deputado federal Hélio Lopes corria o risco de perder a indicação do PL para disputar uma vaga no Senado. Diante do impasse, Jair Bolsonaro interveio e, por meio de Michelle, enviou ao presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, o recado de que a candidatura deveria ser mantida.

    Após a decisão, Flávio Bolsonaro gravou um vídeo ao lado de Hélio Lopes confirmando a pré-candidatura, gesto que foi interpretado por integrantes da legenda como um sinal de que a situação havia sido superada.

    Nos bastidores, dirigentes do PL avaliam que o momento escolhido por Michelle para tornar públicas suas insatisfações foi estratégico. Isso porque ainda há espaço para alterações nas chapas antes das convenções partidárias, previstas para ocorrer entre julho e o início de agosto.

    Apesar das movimentações, interlocutores do partido afirmam que ainda há dúvidas sobre o nível de conhecimento de Jair Bolsonaro em relação à dimensão do desgaste entre Michelle e Flávio.

    Desde que a ex-primeira-dama divulgou vídeos expondo o desconforto, lideranças do PL têm atuado para reduzir os impactos da crise e preservar a pré-campanha de Flávio Bolsonaro.

    Michelle Bolsonaro é considerada uma das principais lideranças do bolsonarismo junto ao eleitorado feminino, segmento visto como estratégico para ampliar a competitividade do senador em uma eventual disputa pela Presidência da República.

  • Decisão dos EUA sobre PCC e CV vira trunfo político de Flávio Bolsonaro contra Lula para 2026

    Decisão dos EUA sobre PCC e CV vira trunfo político de Flávio Bolsonaro contra Lula para 2026

    A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas provocou forte repercussão política no Brasil e já começou a ser explorada no cenário eleitoral de 2026.

    O anúncio foi feito nesta quinta-feira (28) pelo governo do presidente Donald Trump e ocorre poucos dias após a visita do senador Flávio Bolsonaro à Casa Branca. Integrantes da pré-campanha do parlamentar avaliam a medida como uma vitória diplomática e pretendem utilizá-la como instrumento de pressão política contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Segundo apuração da jornalista Jussara Soares, divulgada no programa CNN Prime Time, aliados de Flávio comemoraram a decisão norte-americana e enxergam nela um elemento estratégico para reforçar críticas ao governo federal na área da segurança pública.

    Facções passam a ser tratadas como organizações terroristas

    Com a nova classificação, PCC e Comando Vermelho passam a integrar a lista de organizações terroristas estrangeiras dos Estados Unidos. A medida permite ao governo norte-americano ampliar sanções financeiras, bloquear bens e endurecer mecanismos de cooperação internacional para combate às facções.

    Autoridades americanas afirmam que os grupos criminosos brasileiros possuem atuação transnacional, envolvimento com tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e conexões com outras organizações criminosas na América Latina.

    A decisão também fortalece instrumentos jurídicos para investigação de movimentações financeiras ligadas às facções dentro do sistema internacional.

    Visita a Washington fortalece narrativa bolsonarista

    A proximidade temporal entre a viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos e o anúncio oficial alimentou a narrativa de aliados do senador de que houve influência política nas conversas realizadas em Washington.

    Durante a visita, Flávio se reuniu com integrantes do governo Trump, incluindo representantes ligados à política externa e segurança internacional. Nos bastidores, aliados afirmam que a pauta do combate ao crime organizado brasileiro esteve entre os temas discutidos.

    A estratégia da oposição será associar o endurecimento americano contra o PCC e o CV a uma suposta falta de firmeza do governo Lula no enfrentamento das facções criminosas.

    Governo Lula demonstra preocupação

    No Palácio do Planalto, a medida foi recebida com cautela. Integrantes do governo demonstraram preocupação com possíveis impactos sobre a soberania nacional e sobre a atuação de autoridades estrangeiras em temas ligados à segurança pública brasileira.

    Assessores do governo avaliam que a classificação pode abrir espaço para pressões diplomáticas e ampliar o debate sobre cooperação internacional no combate ao crime organizado.

    Até o momento, o governo brasileiro não anunciou medidas em resposta à decisão dos Estados Unidos.

    Tema deve ganhar espaço na eleição de 2026

    A avaliação de analistas políticos é de que segurança pública e combate ao crime organizado tendem a ocupar papel central na disputa presidencial de 2026. A decisão americana fornece à oposição um novo discurso político, especialmente junto ao eleitorado conservador.

    Nas redes sociais, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro classificaram a medida como uma demonstração de prestígio internacional da família Bolsonaro. Já críticos enxergam risco de instrumentalização política de um tema sensível e questionam eventual interferência externa em assuntos internos do Brasil.

    O episódio aprofunda o embate entre governo e oposição e deve continuar repercutindo nos próximos meses, especialmente no campo da segurança pública e das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos.

  • Pagamento de dezembro do Bolsa Família é antecipado

    Pagamento de dezembro do Bolsa Família é antecipado

    A Caixa Econômica Federal iniciou o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de dezembro, beneficiando quase 19 milhões de famílias. O depósito para inscritos com final 1 foi antecipado devido ao período de festas, garantindo que os valores estejam disponíveis antes do Natal.

    O benefício mantém o valor mínimo de R$ 600, com adicionais para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes. Cerca de 3 milhões de famílias permanecem na regra de proteção, recebendo metade do valor mesmo após elevação da renda.

    A antecipação, segundo o governo, busca facilitar o consumo de fim de ano e dar previsibilidade financeira às famílias.

  • Lula critica privilégios da elite e defende nova isenção do IR

    Lula critica privilégios da elite e defende nova isenção do IR

    O presidente Lula usou um pronunciamento em rede nacional para defender a nova lei que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil mensais, e para criticar o que chamou de privilégios acumulados por uma parcela muito rica da população. A medida foi sancionada recentemente e deve vigorar a partir de janeiro de 2026.

    Com a nova lei, estarão isentos do IR os trabalhadores com rendimento mensal de até R$ 5 mil — e haverá redução do imposto para quem ganha até R$ 7.350. De acordo com o governo, a proposta visa aliviar a carga tributária sobre a ampla maioria da população e promover justiça fiscal. Para compensar a perda de arrecadação, a medida prevê tributação progressiva sobre rendas elevadas.

    Lula argumentou que a justiça tributária no Brasil exige que aqueles com maior capacidade contributiva — os “super-ricos” — paguem proporcionalmente mais, corrigindo distorções históricas. Segundo ele, é “vergonhoso” que uma elite acumule privilégios e pague, em muitos casos, menos imposto do que trabalhadores da classe média ou da base da pirâmide social.

    O governo estima que a nova regra colocará mais dinheiro no bolso de milhões de brasileiros, potencialmente estimulando o consumo, a geração de renda e o crescimento econômico. A proposta é vista como um passo para reduzir desigualdades, ainda que, nas palavras do presidente, seja apenas o começo de mudanças mais amplas.

    A iniciativa reacende o debate sobre tributação, justiça social e distribuição de renda no Brasil. Enquanto o governo apresenta a medida como um avanço para a maioria, críticos alertam para os desafios fiscais que acompanham a ampliação da isenção — especialmente considerando a necessidade de equilibrar orçamento, arrecadação e investimentos públicos.

  • Dezembro Vermelho reforça prevenção contra HIV em MS

    Dezembro Vermelho reforça prevenção contra HIV em MS

    Neste mês de dezembro, o laço vermelho reforça a mobilização nacional contra o HIV, a Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Em Mato Grosso do Sul, essa luta ganhou caráter permanente em 2021, quando o Dezembro Vermelho passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado por meio da Lei nº 5.684, proposta pelo deputado estadual Zé Teixeira, segundo vice-presidente da Assembleia Legislativa. A iniciativa garante que, ano após ano, ações de conscientização e prevenção sejam intensificadas em todo o território sul-mato-grossense.

    Conforme o Boletim Epidemiológico 2024/2025 do Ministério da Saúde, o Brasil registrou uma média de 33 mil novos casos de HIV por ano nos últimos cinco anos, com queda no coeficiente de mortalidade nacional, que passou de 4,1 óbitos por 100 mil habitantes em 2022 para 3,9 em 2024.

    Em Mato Grosso do Sul, os números ainda preocupam. O estado aparece entre os que têm maiores taxas de detecção de Aids no país, com 20,7 casos por 100 mil habitantes em 2024, ocupando o 9º lugar no ranking nacional. A mortalidade por Aids caiu 7,8% na última década, mas ainda foram registrados 162 óbitos em 2024. Atualmente, 11,2 mil pessoas vivem com HIV em MS e recebem tratamento pelo SUS, segundo a Secretaria de Estado de Saúde.

    Em relação aos novos casos, foram 321 registros em 2024, número inferior aos 365 casos de 2023, mas ainda acima da média histórica. A faixa etária de 15 a 29 anos concentra a maior parte das novas infecções, reflexo da redução da percepção de risco entre os jovens.

    Para o deputado Zé Teixeira, os avanços científicos não podem ser confundidos com ausência de risco. “Os avanços no tratamento são uma conquista, mas ninguém pode ficar descuidado. O jovem precisa entender que prevenção continua sendo essencial”, alerta.

    O parlamentar também destaca que Mato Grosso do Sul ainda aparece entre os estados com maiores taxas de detecção de Aids. “Isso é um alerta. Precisamos aumentar as campanhas educativas e ampliar o acesso aos testes. O diagnóstico precoce aumenta muito a expectativa de vida de quem vive com o vírus”, reforça.

    Estratégia – Neste Dezembro Vermelho, é importante destacar que, apesar dos avanços científicos e da redução da mortalidade, a prevenção continua sendo o maior desafio. A lei estadual garante visibilidade permanente ao tema, mas os dados mostram que é preciso intensificar ações voltadas especialmente para os jovens, que hoje concentram a maior parte das novas infecções.

    O deputado Zé Teixeira lembra que o preservativo continua sendo indispensável. “A camisinha continua sendo a forma mais simples e eficaz de evitar não só o HIV, mas também outras doenças sexualmente transmissíveis”, afirma. Para ele, o Dezembro Vermelho é mais do que uma campanha simbólica. “O Dezembro Vermelho é um alerta para todos. Precisamos unir forças para reduzir novos casos e salvar vidas”, conclui.

    Objetivos – O Brasil já cumpre duas das três metas globais da ONU para eliminar a Aids como problema de saúde pública: 96% das pessoas vivendo com HIV estão diagnosticadas e 95% têm carga viral indetectável, o que significa que não transmitem o vírus em relações sexuais. O desafio permanece em ampliar o percentual de pessoas em tratamento contínuo, atualmente em 82%. No mundo, segundo o UNAIDS, 39,9 milhões de pessoas vivem com HIV. Em 2023, cerca de 630 mil pessoas morreram por doenças relacionadas à Aids, número muito inferior ao pico de 2,1 milhões em 2004. A meta global para 2025 é reduzir esse número para menos de 250 mil mortes anuais.

  • Motociclista procurado por balear aluno em MT é preso pela polícia

    Motociclista procurado por balear aluno em MT é preso pela polícia

    A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu o motociclista procurado por atirar contra um adolescente de 15 anos próximo a uma escola. A prisão ocorre após investigação que apurava a motivação do crime, suspeito de estupro à vítima. A criança permanece internada.

    O adolescente foi baleado enquanto chegava à escola, em Várzea Grande (MT). As autoridades identificaram o autor como um homem que pilotava uma motocicleta — que fugiu após os disparos. Após diligências e cruzamento de denúncias, o suspeito foi localizado e detido pelas autoridades.

    A polícia informou que o adolescente passou por atendimento médico e está sob cuidado em hospital da região. A prisão do suspeito representa um passo importante nas investigações e reforça o compromisso das autoridades em apurar o crime com rigor.

    Com o suspeito preso, a investigação deve seguir com interrogatório, análise de provas e eventuais medidas cautelares. A polícia busca esclarecer se o ataque está ligado à suspeita de abuso sexual, conforme preliminarmente apontado, e apurar se há outros envolvidos ou vítimas.

    Para a comunidade local, a prisão traz alívio, porém permanece o alerta sobre segurança nas proximidades de escolas. As autoridades também reforçam a importância de denúncias e vigilância em ambientes escolares para evitar novos casos.

  • Imea prevê safra menor de algodão em Mato Grosso para 2025/26

    Imea prevê safra menor de algodão em Mato Grosso para 2025/26

    A safra de algodão de Mato Grosso em 2025/26 foi estimada em 2,58 milhões de toneladas de pluma — uma redução de cerca de 1,7% em relação à previsão feita no mês anterior. A queda está associada a um ajuste na área plantada: a estimativa da área caiu para 1,43 milhão de hectares, representando uma redução de 7,3% em relação ao ciclo 2024/25.

    O recuo na área plantada reflete decisões de produtores diante de custos de produção elevados e rentabilidade mais desafiadora para a cotonicultura. Alguns optaram por diminuir ou adiar o plantio como forma de mitigar riscos financeiros — sobretudo diante da oscilação de preços e dos custos de insumos.

    Além disso, fatores climáticos e a priorização de outras culturas como a soja podem ter influenciado a decisão de reduzir a área destinada ao algodão neste ciclo.

    Com a nova previsão, Mato Grosso — maior produtor de algodão do país — sinaliza um ajuste na produção nacional da fibra. A expectativa reduzida pode repercutir no abastecimento de matéria-prima para a indústria têxtil e também gerar impactos no mercado doméstico e de exportação.

    A retração já era antecipada por analistas do setor: desde relatórios anteriores vinham alertas sobre a margem de lucro apertada, custos elevados de cultivo e incertezas climáticas.

    Para cotonicultores, a nova estimativa reforça a necessidade de planejamento cuidadoso e monitoramento de custos — além de atenção para preços de mercado e demanda internacional. Para a cadeia têxtil, a oferta reduzida de pluma pode pressionar preços ou incentivar importações, dependendo da demanda.

    Apesar do recuo na safra, a cultura continua sendo estratégica para Mato Grosso e para o agronegócio nacional — mas o cenário de 2025/26 impõe desafios que exigem adaptação imediata dos produtores.